Águas negras

Marcha! O pé fino e o espanto das árvores descontroladas e do pescoço torto, uma cortina bem rasgada e bem trabalhada nas bordas, como um velho moinho na parede fria da alma, que voa no asfalto de muitas águas.

É sorte? Continuei a perseguir o olhar da bela dama nas linhas sem papel, implorando à distância de seu nariz de vidro, em arcos perpétuos da brisa da noite.

Muito paralelo a mim, ela estava se alinhando rapidamente, sem dúvida, imediatamente notei uma corrida sem vencedor, mas todos começam na frente e o relógio procura novas cores, uma cor escura e terrosa, para a mãe terra à frente.

Ainda falando em voz baixa comigo mesmo, o horizonte da água corre infinitamente, na pressa do tempo, as assustadoras folhas das árvores caídas como pára-quedas e, de relance, as águas negras refletindo um filme sombrio e esquecido.

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