O banco da espera

Raspadinhas ocultas à noite,

Mergulhado na bolha translúcida estranha e disforme.

Garota de rosto sério ao amanhecer,

Às vezes de pé e às vezes no banco de madeira velha e escura como o céu negro coberto de estrelas.

Eu vejo um farol pulverizando todas as janelas da cidade.

Uma malha de seda! Vestido em bronze por toda a terra, que pisa a sola lisa dos seus pezinhos.

Partida do último abraço em mel,

Espere o tempo que for,

A luz que vejo ainda é a mesma flor.

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