Olhos Verdes

Por fendas sem luz e batendo os olhos por trás de um horizonte de capas que cobrem cada passo certo e nômade dos mortais. Seria uma falsa e turbulenta dramaturgia?

Canhoto e rastejante derretido no plasma dos dias, amada distante separada num triz das mãos, senhora provando o antigo beijo que se repete em zonas abertas do amor.

O amor ainda vibra como o brilho das estrelas!

Despercebido em alto grau os pássaros cantam!

Esse enredo não fechou na madrugada!

Quem cantou daquele jeito? Não sei me expressar na conjugação do verbo que carrega a sua arte, mas o teu respirar desconhece uma boneca de vidro, sendo mais carne e alma que transforma o mundo num lindo hino.

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