O último metal

Cale a boca e saia da rotina do pesadelo,

deformá-lo-ia todas as paredes de vidro.

Coma e lambe os beiços desta embriaguez feroz,

canto de sereia dourada e atraente como os pólos de um ímã,

daqui em diante uma saia justa que desmonta todo rabo de cavalo.

Os antigos beijos e abraços em uma banheira de água fervente, estampando o passado que apanha as asas arredias, permaneceriam dessa dualidade.

Tão longe ela tinha acordado na sala perdida e azul, com corujas penduradas em uma porta acidentada com uma bebida muito forte.

 

 

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