Paranoia de Vênus

Quem dissê? É verdade o sinal da jornada atrás das boiadeiras que fazem serenatas no calor da noite, toda vez que é esse tipo de palpitação, procura um canto silencioso na vanguarda da paz; de longas distâncias à beira da tarde, o latido dos cães na mesma semana sempre sincronizava com outros relógios batendo a cabeça naquele corredor sempre se aproximando dos fantasmas do fim da tarde com as florestas dispersando a luz do sol.

Na paisagem vista das garças de comum acordo, nas construções de um concreto e ferroe. Do acadêmico intelectual perto e perto do antigo ponto de transporte. Princesas brilhantes do rosto coradas e nutridas pela beleza dos jovens; todo o peso vívido do busto, desencarnado fulano de seu lama, atingindo sedas com malícia, sentindo na calda uma culpa miserável de ser o que é.

Jogando fora o leite da crueldade! Classe mésia Ajuda para o carro e a liberdade da jovem, o piso de tábuas e o velho patife aproveitando essa chance; ao clímax em uma multidão deles com “Tênis Bamba” você coxeia do aperto! Saia agora filha de coragem e não a desgraça dos maníacos.

Entre as entranhas carnais, um feto irreal na fortuna crescente e humilde. No penhasco de picos positivos e negativos que não têm partida nem chegada; um universo da linha decaindo no calcanhar do fracasso. Você está no mundo e percebe sua humilhação diante dele, não sabe como eles surgem, não sabe de onde veio e não sabe quem o criou; nós não sabemos para onde iremos depois.

Monstros encarnados no envelope carnal, a trajetória de fusão das cidades reunia-se para ressonância devido a processos de conexão de cidadania mística.

A donzela de cristal! Da gentileza estendida em um jaguar que mais parece um cortejo fúnebre, ele declara entre os rostos eclipsados ó desejo de se revoltar. Há apenas alguns dias atrás ficou o buraco laranja por um tempo, escondido nesta carne sem fim; onde você anda o fervor da menina de véu e guirlandas. As secreções escorrendo pela roupa da desordem não abrigando os inocentes da vanguarda que correm atrás como leopardos cravados por um porco espinho ao amanhecer, cheio de gritos e roncos selvagens.

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