Prole Das Matas Verdes

Mãos calejadas e enrugadas

o alvorecer do nosso país

mães do pais e do envelhecimento

Vendo as chamas de Nero.

Coqueiros ao pôr do sol

foto preto e branco

seios caídos

cabelo branqueado

curvou-se em dor e tristeza.

Emoção de estrada

arame de espada

uma arma do meu jeito

o sangue em vão da serpente

a luta esquecida e a celebração do mal

nas garras do dragão.

 

( Caderno de poemas: 23 de Novembro de 2006 )

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