Panorama

Duas Crianças brincando com patinhos invisíveis; pedalinhos de cisne empurrado com pés distraídos de vossos pais, não é a escuridão do lago é o fluxo verde das folhas.

Será distante? Longe mesmo daquele círculo completo deste asno, por pessoas que esquecem suas casas no curto espaço de tempo de um abraço.

Passeios lentos e muitas árvores secas, folhas mortas matutina seus arredores para renascer novamente.

Céu aberto e belo pôr do sol na beira do rio.

Pedras jogadas em silêncio. Libélulas voadoras explodidas pelas máquinas, o peito ainda latejante semelhante a uma dor de dente.

Eu não posso dizer si é um espantalho para assustar um mundo tão grande, todos os beijos são contados em nossa linha do tempo, os próprios momentos si tornam rotineiros como uma fagulha em dias de caos.

O retorno pra casa de mãos dadas é um romance histórico de cada passo seu, novo brilho que acalma nossos corpos que si movem na estrutura de um coração desenhado na areia. Lembre-se de seu verão de 2004. Na praça da escola: “Andressa” ao meu lado, marcantes dias.

 

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