Aprendendo com medo

Eu vi um homem que estava com medo de sua escuridão; parou no tempo de blindagem da ressurreição, no lixo eu olho como as corredeiras de lâminas enferrujadas na velhice esquecida.

Desordenado na própria luz do corpo em um corpo de buraco negro.

Seu dia a dia! Espreguiçando a limpa tia na sala de espera, os cabelos aba bandos na rua de beco negros como a noite.

Quantas estas luz radiante?

A calça esfarrapada cheia de vermes brutais, não é o medo de sombras condensados! Saindo do teto da servidão. Na légua linear dos olhos verdes o brilho da aurora boreal, traduzindo em você a espiral da agonia.

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s