Anoitecer das Ardeidae

Crude maldito para não dizer arrepio louco.

Cara ruim!

Ápice obsceno!

Tigela amarga!

Um quadrado de papel nas letras miúdas deste buraco obscuro.

Cara de bom!

Duto dolorido!

Flores da estrada!

Talvez o sonâmbulo em carnal; vagando perto de cachorro marrom.

Cale-se rebelde! Não é a jornada do onanismo frio, o inferno é sutil e de ponta há cabeça.

Não há lua que dure por muito tempo no caos.

Não há sol que perdure por muito tempo em chamas.

Pobre mulher que chora!

Pobre ciumento na porta de um bar.

Casal duplo!

Par do ar!

Casal em crise!

Opalescência de pedras.

Eu gritei na medida certa, em misturas de primavera.

Poeta solitário; Eu digo entre as linhas a pura verdade de Zeus.

Há obsessão na beira dos rios, de braços abertos neste salto sem fim.

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