Além da carne

Quando o terror vem, você cuspa da sua boca.

Lá no meu quarto minha botina está perto do meu instrumento musical.

Na cama, meu caderno rabiscado.

Acendo um cigarro a fumaça perturba meus versos.

Lá seu lindo rosto na parede.

Eu ando nesta pista sozinho.

Uma dor nas costas que não para de doer.

Você saiu neste trem e me deixou.

Não tem problema, eu vou cantar para os pássaros me ouvirem.

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