A Dor

Um campo aberto é o meu peito.

Uma nuvem cheia de trevas me assola o tempo todo.

Um sorriso daquela amada eu já não vejo mais por aqui nessa cidade grande.

Meu coração está aberto! Aberto de tanta dor, uma dor inexplicável como as estrelas do céu em dia de “BLACKOUT” não me importo com as sombras que passam deprimente.

Um canto veio sem avisar a opera que deu um grito bem forte na ponta contraria do seu ouvido.

Lembre muito bem desse dia o dia em que as lágrimas cessaram o fim da minha dor.

Se a dor existir mesmo é bem curta em comparação aos espinhos que furam a ponta do meu dedão.

O teu rosto lindo me provocou muita dor nas minhas emoções frívolas que acabou-se transbordando-se em lembranças caóticas.

Não me venha com meias palavras porque a minha alma está fria como gelo e a fusão vai demorar bastante tempo em que eu não tenho mais o seu colo.

Foi o último aperto de mãos que eu te dei naquele dia e hoje o seu rosto não sai mais da minha mente com isso eu sigo o meu caminho que é bem longo e ainda não terminou e está longe de terminar.

Palavras soltas como o vento!

Uma última musica!

Ontem a ventania bateu na minha porta!

Palavras soltas como o vento que não fechou o seu diário.

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