Poliana

Hoje foi um belo dia para caminhar no ar fresco da brisa, eu gosto de desvendar as cortinas do meu tempo. Quem era aquela mulher de pé na estação? Na espera do trem que perdeu a sua viagem para outra cidade metropolitana foi Poliana.

Por que estou aqui?

Para onde eu vou?

Poliana queria chegar num lugar nessa viagem de rotina, as suas escolhas estão todas na borda do seu pequeno diário do final da tarde, suas costas podem ser muito longas, mas em sua mente o dever de alcançar e aprofundar os segredos do universo é muito evidente.

Neste direito é onde Poliana chegará, ela vai chegar em um paraíso de sonhos tão bonito como o bater das asas de uma bela borboleta em vôo sem caos. Sendo que havia coisas que Poliana ainda não tinha estudado na faculdade.

Rascunhos de Poliana no verão de 1968.

Pensamentos em Manchester …

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